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| Jacqueline Lamba, Ciel Noir, 1986 |
Kyrie Eleison
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Descrições fenomenológicas 73. A indústria
sábado, 4 de julho de 2026
Mundial de Futebol e Tour de França
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Clima, hara-kiri da humanidade
terça-feira, 30 de junho de 2026
Beatitudes (85) A espera
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| E. Weingärtner, Untitled Portrait of Nun Praying, 1899 |
domingo, 28 de junho de 2026
O Silêncio da Terra Sombria (41)
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Meditações melancólicas (99) Momentos de sobriedade
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| Ray K. Metzker, City Whispers, Los Angeles, 1981 |
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Simulacros e simulações (79)
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| Arshile Gorky, Combate enigmático, 1937 |
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Diálogos aporéticos (13) - Pobrezas
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| Paul Schutzer, Birds on barbed wire strung atop the Berlin Wall, Jan. 1962 |
- Pobres humanos.
- Pobres?
- Sim, duvidas?
- Não têm eles mais do que deviam?
- Ó sim, muito mais e nunca estão satisfeitos.
- É essa insatisfação que os torna pobres.
- Não. Essa apenas os torna ávidos e infelizes.
- Então?
- Olha para nós. Não há muro que nos limite, voamos para
esquerda e para a direita.
- Sim, somos como o vento.
- E isso é a nossa riqueza.
- E eles não são como o vento. Erguem muros para se
limitarem.
- E acumulam coisas para se esquecerem da pobreza em que
vivem presos por muros que eles próprios ergueram.
- Não são pássaros e o alto não é o seu lugar, por isso
nascem e morrem na mais dura pobreza.
- E nós o que fazemos com a nossa riqueza?
- Aspiramos a ser anjos.
sábado, 20 de junho de 2026
Marxismo cultural, uma fantasia
quinta-feira, 18 de junho de 2026
O Silêncio da Terra Sombria (40)
terça-feira, 16 de junho de 2026
Perfis 21. O homem do leme
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| C. A. Northrop, The Helmsman, 1890 |
domingo, 14 de junho de 2026
Comentários (36)
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| Darío de Regoyos y Valdés, El puente del Arenal |
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Ensaio sobre a luz (136)
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| Edward Hopper, Light at Two Lights, 1927 |
terça-feira, 9 de junho de 2026
Nocturnos 136
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| Maximilian Neustück, Nächtliches Ständchen in der Gasse eines Städtchens |
domingo, 7 de junho de 2026
O Silêncio da Terra Sombria (39)
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| Amadeo de Souza-Cardoso, título desconhecido, c. 1914 (Gulbenkian) |
A cidade tece textos de pez
com a brancura da cinza
e palavras de pedra e sal.
Vozes roucas são barcos
na água turva do lago.
Tremem ao vento da tarde.
A tristeza cai deslumbrada
sobre o anjo da partida,
hálito salgado, um mar vegetal.
[1993]











