Júlio Pomar, Campinos, 1963 |
Simulam o vento a varrer a campina, simulam o trovão a ecoar na montanha, simulam os anjos em viagem de salvação. Também de si são simulacro, os campinos. Não lhes pertence nem a montada, nem as vestes, nem a vontade, nem a vida. Da sua realidade, nem a aparência lhes pertence.
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