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| Hugo Büchner, Mondnacht, 1898 |
A luz nascida da noite é como um deus onde pulsa um coração humano. A sua cintilação traz um segredo vagaroso, uma promessa quase realizável, um pedido de ajuda se se afunda na água. É quase uma luz, uma promessa de glória, a anunciação do esplendor.

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