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| Harry Tolley, On the Lonely Shore, 1894 |
As horas em que um homem se afasta dos caminhos da turba e procura a solidão perante o silencioso rumorejar do oceano, essas horas são tão belas quanto o florir de uma rosa. No contemplar do mistério das águas, o pensamento floresce, guardando-se do vício das coisas sem importância e dos hábitos cravados na memória. Por instantes, sente-se a vertigem de uma beatitude que não pertence a este mundo.

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