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| David Almeida, sem título, 1981 (Gulbenkian) |
Sonha-se com portas de ébano, e na negrura da madeira simula-se o desejo daquilo que, para além delas, se esconde. É um desejo obscuro, sem objecto, apenas o desejo de desejar o que flui, num mundo estanhado pelo esquecimento, sob leis de uma física desconhecida, sujeito ao arbítrio de um milhafre perdido e à progressão corrosiva do míldio.
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