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| Alexis Mazourine, Im Winter, 1899 |
É sombria
a luz de Inverno, desce dos céus como uma ave ferida, transporta a dor do mundo
e o hálito da tempestade. Espera-a, na ânsia dos dias, a neve branca, onde
deslizam trenós. Transidos de frio e de medo, os homens compõem litanias aos
antepassados desaparecidos no lugar onde a sombra se perdeu da luz.

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